domingo, 2 de março de 2014

Beleza. Pra quem? Sob que ótica?

No Brasil, onde o índice de "negros e pardos" é alto, @ pret@ tem que ostentar algum traço europeu senão é rejeitado.
"Olha que morena linda" (miscigenada), "que cabelo lindo" (alisado ou fruto de miscigenação), "acho lindo negro com traços finos" (miscigenado, ou com plástica para se aproximar do padrão "branco"), "uma negra de olhos verdes são exóticas" (olhos claros são típicos de onde, mesmo?), "filh@, casa com branc@, pro seu filho não sofrer com cabelo duro e nariz de porco" (muit@s devem ter ouvido ta conselho).
O "processo de embranquecimento" continua vivo em nossa criação...

E a rejeição à nova "globeleza" ilustra perfeitamente esse fenômeno: remete ao imaginário de Valéria Valenssa, de tom mais claro, "traços finos" e cabelo à moda européia, ou como todos os críticos afirmam, era "muito mais bonita". Bonita porque nos remete ao modelo europeu de beleza imposto a nós, brasileiros. E ainda acreditamos que essa é a "real beleza". Beleza pra quem?


Com rejeição, Globeleza vira problema na Globo, que a proíbe de dar entrevistas

Tudo novo, de novo.

Ok, ok... sou dessas! Recomeçar para mim nunca foi problema algum, e não seria diferente com um blog. Com o advento do Facebook, acabei me acostumando com as postagens por lá mesmo, por ser mais prático e de fácil alcance. Por outro lado, algumas postagens que considero pertinentes acabam se perdendo na velocidade das atualizações das timelines. Uma amiga sugeriu que eu fizesse essas postagens em um blog. Pq não, então? O blog já existia, tinha até umas poucas postagens...
Bom, estou aqui, car@s companheir@s. E vamos ver se desta vez não "abandono o barco"...
=)

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